Comentário: "OMS muda de posição e pronuncia-se contra novos confinamentos"

Finalmente!

Após oito meses de uma quase-ditadura da higiene os "guardas da saúde" da OMS compreenderam que confinamentos e uma quarentena geral de toda a população pode ser destrutivo para as pessoas e para a economia, especialmente para os pobres. Os danos causados por causa desta histeria são imensos e não têm qualquer relação com o perigo real.

Este apelo do Dr. David Nabarro, da OMS não pode ser descartado como uma "ficção de negacionistas de covid".

Com poucas excepções, os líderes mundiais copiaram os métodos brutais do regime comunista chinês, quando responderam ao surto e impuseram medidas de emergência sem precedentes. Nos países onde não houve confinamentos, como Suécia, Bielorrússia o Japão e outros países não sofreram um aumento infecções ou de mortalidade.

Todas as medidas que resultam em confinamentos devem ser imediatamente levantadas para que a sociedade, a economia e acima de tudo, a saúde mental, principalmente das crianças, possam recuparar. Só as pessoas que estão realmente em risco, pessoas idosas e fracas, pessoas com condições pré-existentes, necessitam de protecção e medidas especiais.

Apelo aos políticos:

Parem de agitar o medo! Parem de restringir os nossos direitos fundamentais! Parem de arruinar a economia! Chegou o momento de resolver os grandes problemas que existem desde á anos no sistema de saúde.

Apelo a todos:

Não se deixem de manipular. Os meios de comunicação querem nos vender a miséria nos hospitais como um problema derivado a um novo virus. Mas estas condições desoladas não são novidade nenhuma. São as consequência de poupanças  no sistema de saúde dos ultimos anos que contribuíram em grande medida para esta situação.

Nós, o povo, temos de acabar com esta loucura. Os políticos estão num frenesim de medo e já não são capazes de tomar decisões racionais. Ou talvez existe um outro plano por detrás? Não há outra forma de explicar o que está a acontecer. De qualquer maneira não podemos continuar a tolerar que os nossos direitos fundamentais seijam restringidos com medidas que não resultam. Já chega! Temos que protestar pacíficamente contra esta estupidez!


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